Coragem.
Faz parte do aprendizado. É importante que ele teve coragem de não fazer o mais fácil. Não queremos ficar simplesmente jogando a bola pro outro lado.
Foi mais ou menos com essas palavras que Brendan Rodgers destacou a atuação de Martin Skrtel, responsável direto pelo gol de Carlos Tévez que selou o empate em 2 a 2 entre Liverpool e Manchester City após os Reds terem tomado a dianteira no placar por duas vezes.
Foi a primeira partida em que a filosofia de posse de bola de Rodgers apareceu de forma mais enfática, com os Reds trocando bola de forma envolvente e sem se precipitar. Mas, apesar de ter criado mais chances que seus adversários, o Liverpool voltou a esbarrar no problema das finalizações.
Esse problema, novamente, passou pelos pés de Luis Suárez, que voltou a perder chances e, pior, teve uma atuação que por vezes beirou as raias do insuportável. Sim, ele foi o autor do segundo gol, de falta, recolocando o Liverpool em vantagem, mas também foi o pio jogador da equipe em campo.
Pra um jogo que já começou com cheiro de desastre, quando aos 4 minutos Lucas mancou para fora do campo sentindo uma lesão contraída no aquecimento, o resultado não foi dos piores. Principalmente porque os Reds demonstraram inúmeros pontos positivos, tanto coletiva, quanto individualmente. A começar por Joe Allen.
Melhor em campo, Allen assumiu a função de comandar o meio campo vindo de trás e, apesar de seu diminuto tamanho (1,67m) se mostrou um gigante, acertando praticamente tudo que tentou. Em dois jogos com a camisa do Liverpool, Allen tem 95% de passes acertados. E estamos falando de um jogador de meio campo.
Sterling também foi um destaque positivo, atuando de forma consciente e tranquila (nada mais importante pra um moleque de 17 anos) durante 80% do jogo. O mesmo pode ser dito de Shelvey, que entrou no lugar de Lucas. O jovem meio campista vem crescendo a cada partida e se tornando uma sólida opção para Rodgers. Hoje, ele providenciou, não só uma postura mais incisiva ao time, como mais velocidade no setor de meio campo.
Com 34 minutos do primeiro tempo, Gerrard, que teve boa partida, participando ativamente nas tramas de meio campo, cobrou escanteio e viu Skrtel se projetar como um foguete apenas para lançar, de cabeça, uma bomba no alto do gol de Heart. Seria o bônus de mais uma atuação sólida como uma rocha de nosso zagueiro central, não fosse o fatídico recuo de bola, com 10 minutos restantes no relógio, que, ao invés de encontrar Pepe Reina, encontrou os pés de Tévez.
Entre os dois gols, o Liverpool sofreu o empate aos 18 da segunda etapa, quando Yaya Toure aproveitou a sobra de uma bola que simplesmente bateu na coxa de Martin Kelly após um cruzamento da direita e sobrou livre na área. 3 minutos depois, Suárez bateu falta perfeita no cantinho de Hart para, de alguma maneira, salvar sua participação no jogo.
Após o gol de Tévez, Carroll quase conseguiu o tento da vitória ao cabecear de cobertura apenas para ver a zaga negar seu momento de glória.
Liverpool e Manchester City foi provavelmente o jogo mais interessante dessa temporada da EPL até agora, por contar com duas equipes que foram a campo dispostas a atacar, manter a posse de bola e envolver seu adversário. O Liverpool foi melhor, e talvez merecesse a vitória, caso existisse merecimento em alguma coisa. Porém, contra uma equipe tão recheada de armas poderosas quanto o City, um momento de desconcentração pode jogar tudo por água abaixo. Dois foi demais para essa equipe reverter.
Quando o juiz apitou o fim de jogo, ouviram-se as palmas de reconhecimento para uma equipe que busca se reencontrar com um futebol vencedor e que mostrou a coragem de correr atrás. Deixem a decepção pras outras coisas chatas da vida. Esse time do Liverpool merece ser apreciado.
Post scriptum: quanto ao Kelly, lembrem-se do Lucas.

Fernando André Park beside the ocean on our moonlight drive.
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Pra mim, Shelvey foi o principal responsável pela bela atuação do Liverpool na partida de hoje. E essa frase do Rodgers acerca do erro do Skrtel foi simplesmente sensacional, assim como todas as vezes que esse cara abre a boca para falar algo. Estou me tornando, definitivamente, fã do Brendan Rodgers.
Quanto ao seu comentário sobre o Brendan Rodgers, eu só posso concordar.
Concordo, gostei p caramba do Shelvey,
Sterling jogou uma barbaridade. Mas a falha de Skrtel e Kelly foram lamentaveis… Era um jogo de 6 pontos, esse vacilo vai custar caro, mas o importante é que jogamos bem, e que continue assim. So eu achei que quem devia estar na direita era o Suarez e o Borini no centro?
Eu vou escrever uma analise do porque disso, Marcelo. Ficou mais claro o porque hoje e vi um certo sentido.
Um empate com um gostinho de quero mais,essa foi minha conclusão após o apito final.O Liverpool fez algo que não costumou fazer quando jogava em Anfield na última temporada,que é se impor em campo,jogar um futebol atrativo envolvendo a torcida e transformando nosso templo em um verdadeiro inferno para o adversários, e olha que estávamos jogando contra o atual campeão inglês.Analisando os jogadores,os destaques mais evidentes são Allen(me apaixonei de vez pelo futebol desse gigante) e Sterling, que com 17 anos ta jogando mais que Downing e Cole juntos.Borini também se mostrou ser um excelente jogador e com um defensive work extremamente interessante faltando apenas mais confiança no taco para fazer gols,algo que deverá acontecer ao longo da temporada.No mais, com a chegada de Sahin e a provável chegada de Dempesey,aliada a mentalidade imposta por BR,vejo o Liverpool forte para a temporada, só não pode a zaga desconcentrar dessa maneira novamente.Abraços e que venha a próxima partida .YNWA
Fiquei preocupado quando vi o nome do Coátes na escalação. Não que ele seja ruim, mas sei lá, né… Queimei a língua. Ele foi seguro e firme. Achei muito boas as atuações de Allen e Johnson (ainda que improvisado) também. Agora é torcer pra lesão do Lucas não ser nada de grave.
Ele é seguro e firme, meu caro. Tem tudo pra fazer história no Liverpool. Vide a história do Agger no Liverpool.
apesar de ter ficado um gostinho de derrota no final, estou muito satisfeito com a atitude do liverpool em campo. jogamos como time gigante joga, mesmo se perdêssemos, perderíamos de cabeça erguida, não se acovardando só porque o adversário era o man city. é apenas o segundo jogo oficial do campeonato e olha quanta diferença na tática, e nas responsabilidades de cada jogador. coates mostrou estar pronto para a premier league, allen parece estar dois anos no time, borini não deixou morrer a raça de kuyt no ataque, sterling tem tirado o sono de downing, batman vai ter que jogar muita bola pra recuperar terreno. jonjo lembra um tal de gerrard em 98/99, lembram? e o que mais anima nesse campeonato é que, os “grandalhões” que a mídia tanto pagou pau antes da temporada, estão mostrando não ser tão monstruosos assim, um perdeu na estréia, outro empatou já. lembram que na temporada passada arsenal empatou a primeira rodada, perdeu pro liverpool na segunda, tomou 8 a 2 do man utd e depois uma virada por 4 a 3 do blackburn, só depois acordou e terminou em terceiro. tendo em mente que o objetivo dessa temporada é estabelecer uma equipe sólida, firme e com regularidade (e parece que estão conseguindo), fazer isso e ainda chegar ao tão glamourizado top four consagraria brendan rodgers na sua apenas primeira temporada frente ao liverpool. como disse antes, foram apenas duas partidas, faltam trinta e seis. não tomamos nenhuma opinião a respeito de meta e classificação agora, mas vendo como as águas correm em anfield, me parece que estaremos muito satisfeitos em maio de 2013!
Concordo plenamente com o Paulo, o mais importante é o time se estabelecer como força, fazer os times entrarem campo nos respeitando. E lembrem-se que além do Lucas ter saído machucado, o time ainda não está completo. Estou muitíssimo animado com o futuro ainda nesse ano, se jogarmos assim ganharemos tranquilamente de todos os times mais fracos. Pensem bem, jogamos bem melhor contra o atual campeão, só empatamos porque aconteceu aquele lance infeliz. Estamos de parabéns pelo jogo. Não gostei muito da atuação de Kelly, em compensação como é bom ver a promessa Joe Allen mostrando um futebol tão bonito de assistir.
Estamos no caminho meus amigos! YNWA
O crescimento da qualidade é mais que visível. O trabalho de Brendan Rodgers está surtindo efeito. A qualidade na troca de passes, a movimentação, a busca pela bola. Lembro de um Liverpool que não se importava em ter a bola nos pés, que logo que a conseguia, preferia se livrar da mesma com um chute para frente. Apesar de não ter visto o Assaidi jogar, acredito que já podemos dizer que o Allen foi a nossa melhor contratação. O jogador tem uma facilidade incrível de acertar passes, ótima visão e calma para efetuar as jogadas. Aos que só ficam contentes com uma contratação de peso, com nomes vistos e conhecidos em qualquer lugar, o Allen deve ter sido um “tapa na cara”.
o brendan rodgers dixe ke ainda ha jogaderes ke tao a ser negociados e fika tudo decidido sexta feira
o mancini dize ke o liverpool vai lutar pelo titulo
eu ja disse aqui inumeras vezes, que apesar do Skrtel ter jogado super bem na temporada passada,eu não confiava nele, não acho seguro, acho estabanado d+.
Mas entretanto todavia, ja podemos ver uma grande evolução na equipe, gostei de como o time jogou principalmente o meio de campo, porem não entendo uma coisa.
Outra coisa o Sterling muito bem ofensivamente porem quando ia marcar era uma baba Carlitos passeou, acho que foi um erro a troca dos laterais, pois o Jose Henrique marca bem, seria melhor ele pra marcar o Carlitos, que é o principal atacante com com movimentação caindo pelos lados.
Então pq improvisar o Glen Johnson de lado, se temos lateral esquerdo? Sendo que o Glen Johnson é uma boa opção ofensiva e o Jose Henrique marca razoavelmente bem pra segurar o Tevez .
“Faz parte do aprendizado. É importante que ele teve coragem de não fazer o mais fácil. Não queremos ficar simplesmente jogando a bola pro outro lado.
Foi mais ou menos com essas palavras que Brendan Rodgers destacou a atuação de Martin Skrtel” Tá aí. Feito. Rodgers conseguiu meu respeito.
Eu não acho que no lance do 1º gol do city a bola simplesmente bateu na coxa de Martin Kelly, pra mim ele teve a chance de fazer o mais simples que era dar um bicão pra cima c/ a canhota msm. Já comentei isso antes, acho que colocar o Jhonson na LE e Kelly na LD não é a melhor opção na ausência do Enrique, pois desse modo as duas laterais ficam severamente sacrificadas. Ele poderia pelo menos testar o robinson ali pra substituir o espanhol e manter o Jhonson na sua posição, acho eu.
Será que só o BR não acha que é melhor por o BORINI de CA? No mais, gostei muito de ver o time se portando bem no meio.
Seria fácil ele dar um chutão se ele estivesse esperando que a bola fosse passar direto pelos 50 jogadores que subiram pra disputar. Esse foi o problema, ser pego de surpresa.
Eu vou discordar do Fernando e concordar contigo sobre a atitude do Kelly, mas confesso que tô discordando ainda com a imagem que eu vi do Kelly ‘coxando’ a bola com 5 heinekens na cabeça, já. Mas, enfim, eu era zagueiro, fiz isso demais e todo mundo brigava comigo assim também. Deve ter algum motivo. Mas é um lance realmente dubitável (vou caçar os highlights do jogo). E a outra discordância é de você próprio, Eduardo. Não acho que seja de outro mundo essa coisa de deslocar o Johnson pra esquerda e por o Kelly na direita. O Kelly é lateral de origem e o Johnson já mostrou que não importa a lateral, ele vai fazer o papel dele bem. A questão é a confiança do técnico, numa partida mais importante (ou mais significativa) querer escalar uma joia da base que ainda precisa ser lapidada. Não acho que esse jogo teria sido um jogo pro Robinson, por exemplo.
O meio de campo hoje composto por Gerrard, Allen e Shelvey deu um show a parte, os três possuem um toque de bole extremamente refinado. Com a chegada de Sahin agora, creio que Brendan Rodgers vai ter uma dorzinha de cabeça pra montar esse setor. Se contarmos com a presença de Lucas como um cabeça de área mais defensivo e levando em conta também um esquema com três atacantes lá na frente, ao meu ver, Allen e Sahin disputariam a vaga de CM, por terem características semelhantes. Para fugir disso, há duas opções. Primeira: Um dos atacantes é sacrificado (Borini ou Sterling) e um novo meio de campo, agora formado por quatro jogadores, surge. (Lucas, Allen, Sahin e Gerrard). Segunda: Lucas vai pra reserva, Allen é recuado e o esquema continua o mesmo.
Lucas na reserva é algo fora de cogitação.
Apesar do empate, ter visto o jogo contra o City me fez pensar que podemos ter uma temporada acima das realizadas em campeonatos anteriores. Há muito eu não via o Liverpool jogar pra frente, ludibriando o adversário pelo toque de bola. Mas o clima não é de euforia. Afinal de contas, ganhamos apenas 1 ponto de 6 disputados na Premier League. Agora é preciso aplicar essa nova mentalidade de posse de bola e passes precisos com nosso espírito “casca grossa”. Acredito que o Arsenal é o desafiante ideal para fazer com que a nova mentalidade de “bom futebol” lucre três pontos. Destaque para o meio-campo do Liverpool que, apesar de não contar com um volante de contenção, apresentou, contra o City, equilíbrio na armação e no desarme de jogadas. Quanto ao ataque, tivemos a boa surpresa do Sterling. Restam somente as dúvidas quanto a Suárez e Carroll. Não é de hoje que o Uruguaio precisa colocar o pé na forma. Sua vontade e presença de área, aliadas à precisão nas finalizações, podem torná-lo o nosso legítimo matador. Quanto a Andy Carroll, fica a pergunta: será que o grandalhão vai se encaixar no novo esquema. Acredito que sim, mas é esperar para ver.
Só tenho elogios a fazer ao time. As falhas fazem parte do aprendizado, é algo bem normal – embora doloroso. Palmas pra Allen, Shelvey e Sterling, que se mostraram três boas “surpresas” nesse jogo. Espero que os Reds continuem mostrando esse bom futebol também nos chamados “jogos pequenos” – que valem os mesmos três pontos de “jogos grandes”. Brendan Rodgers tem muito futuro. Espero que essa equipe seja pra lá de vitoriosa, ao ponto de chamarmos os anos seguintes um dia de “Era Brendan Rodgers”. #YNWA
aviso ao alex ferguson
os teus dias de gloria estao a acabar
This is Anfield ; )
BR Nunca caminhará sozinho.
“Faz parte do aprendizado. É importante que ele teve coragem de não fazer o mais fácil. Não queremos ficar simplesmente jogando a bola pro outro lado.”
OK, Brendan. Mas gostaria de adicionar outro ponto. O Tevez não estava ali á toa. Sempre comento com amigos durante as transmissões que o LFC quando joga em casa sempre usa desse recurso, o de recuar a bola para o goleiro (seja pelas curtas dimensões do campo, seja pela deficiencia da saida de bola, em especial quando o Agger não joga), mais do que qualquer outro time na Premier League. O Tevez SABIA que isso teria grandes chances de acontecer. Durante o segundo tempo teve uma ou duas recuadas de bola perigosas, bem parecidas. Isso foi treinado pelo Mancini, tenho certeza. Ou seja, independe da tal “nova filosofia de jogo”, de posse de bola.
Bom, posso estar enganado, mas peço aos amigos para começarem a prestar atenção nisso.
“Mais do que qualquer outro time na EPL”. Tem certeza disso? Parece com um argumento bem exagerado e sem fundamentos. O que vejo é uma proporção muito próxima com os outros times da EPL ou fora dela.
Certeza? Claro que não. É baseado em minha observação apenas, algo empírico, digamos assim. Claro também que não acompanho 100% dos jogos. Exagerada? Sim. Fundamentos? Se você quer dizer números, estatísticas… não tenho e acho que ninguém tem.
Se não há certeza sobre o argumento, ele é um argumento válido?
Para mim o melhor do jogo foi o Shelvey.
Deu grande velocidade no meio de campo, claro que o Allen tbm jogou uma barbaridade, mas o homem do meio, o homem que fazia com que a bola fosse distribuída com maior velocidade para ligar qualquer ataque foi o Shelvey.
Barcelonamos como nunca na partida, Allen e Shelvey com passes perfeitos! será que só eu vi o Sterling jogando como Pro, botando pra cima sempre e defendendo com raça, me fez lembrar bellamy quando era mais novo, showw
O problema não é o Skrtel ter recuado a bola para o goleiro, isso faz parte do trabalho de praticamente qualquer formação, até o Barcelona usa o recurso, ele é válido, goleiro também joga com os pés. O problema é que o passe saiu muito fraco e curto, eis o problema e isso é erro do Skrtel, indiscutível. Isso vai acontecer outras vezes em algum ponto.
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Mas podemos voltar ao método antigo, pegar a bola e dar um chutão para o ataque e seja o que Fowler quiser. Se você quer ser dominante, riscos devem ser tomados, e é aí que entra a frase do Rodgers de jogar com coragem, algo que ele falava mesmo no Swansea e que o Benítez não falava, mas usou em campo. Não lembro do nosso time ter tido uma boa temporada quando jogou com segurança, em nenhuma temporada.
O erro não foi do só do Skrtel, a meu ver. Se essa é uma nova, hã, “filosofia”, todo o sistema defensivo deveria estar preparado para tal “acidente”. Uma cobertura do Coates, sei lá.
Não existe filosofia, dinheiro, jogador ou qualquer coisa que seja infalível. Da mesma forma, quando um erro grotesco ocorre, o erro ocorreu, não é uma questão de apontar os culpados aqui.
Não sei qual o ponto de querer repassar o erro a frente, Skrtel não é imperfeito, nenhum jogador é. Não sei qual o grande problema em dizer que o erro é dele (por que é). A formação pede que o outro zagueiro esteja aberto para receber a bola, a cobertura de Coátes num erro tamanho é impossível de ser pedida, pois nenhuma formação é blindável ao erro humano. Simples assim. São pedras no caminho. Skrtel deve aprender com o erro e não errar mais para isso não nos custar pontos, idem para cada jogador da formação. Não estou entendendo qual o seu ponto aqui.
Cara (Pablito Barros), na boa, tu tem certeza que tu vai pautar teus argumentos e botar um esquema tático em cheque porque um homem errou um passe de 10 metros recuando a bola pra trás sem levantar a cabeça? Esse sim é o ponto do teu questionamento e, me perdoe, ele não é valido. O time jogou muito bem e só perdeu a chance de sair com os 3 pontos, por duas falhas humanas (Pra mim, foi erro do Kelly também mas não entremos nisso). Falhas tão absurdas que não são comuns (quantas outras houveram no jogo, afinal?). A filosofia de jogo, que não merece ser julgada pelo errodo Skrtel, do BR está sendo implantada e ainda vai sofrer algumas baixas com o passar das rodadas. Não é “se acostume”, mas procure compreender a fase que o time tá passando. Não viramos o Íbis do dia pra noite, tenha certeza disso.